Álbum do bebê, você já fez o seu?

Muitas mães ainda não sabem a diferença entre um álbum de fotos e um álbum do bebê. A primeira opção você coloca só fotos, e na segunda você tem espaço para anotar coisas importantes que com o tempo vai esquecer, e armazenar itens especiais. Hoje eu terminei o da minha filha, que já tem 5 anos, e recomendo a todas que façam um também.

Cris De Melo
Mãe da Sofia & Doula! 

Não tenha pressa para cortar o cordão!!!

Cortar o cordão umbilical é uma prática comum nos hospitais ao redor do mundo. Como se alguma coisa fosse acontecer se o bebê não fosse separado imediatamente de sua mãe e de sua fonte de oxigênio, sangue e nutrientes. Ou é uma pressa do profissional de acabar logo e passar para o próximo?

É uma prática enraizada na nossa cultura por milênios, e é reconhecia por Michel Odent como sendo mais uma  “desculpa” para a separação imediata entre mãe e bebê. Como no passado se acreditava  que o colostro (o primeiro leite) era prejudicial para o bebê.

Muitos estudos científicos têm comprovado os benefícios do corte tardio do cordão umbilical. Mas se pararmos para observar o lado do bebê e até outros mamíferos, fica fácil de entender.

O cordão umbilical sai do umbigo do bebê e se liga na placenta. A placenta por sua vez, está ligada a parte interna do útero materno. Durante toda sua vida o bebê recebeu oxigênio, sangue e nutrientes filtrados pela placenta. Envolto pela bolsa d’água, ele estava protegido, aquecido e confortavelmente apertado.

O parto é uma transição muito importante tanto para a mãe quanto para o bebê. O bebê passa pelo canal vaginal, o que estimula a saída de líquido pelas vias aéreas e também é importante para imunidade do bebê. Quando ele sai seus pulmões se expandem e a temperatura muda, estimulando a respiração.  Mas o cordão umbilical ainda está ligado no bebê como esteve durante 9 meses! E ainda continua pulsando, enviando oxigênio, sangue e nutrientes.

Dessa forma o bebê ainda recebe oxigênio do cordão umbilical e tem a chance de aprender  a respirar sem um corte abrupto dessa fonte. O cordão pode pulsar por vários minutos, soube de um cordão que pulsou por 40 minutos ! Ele pára de pulsar naturalmente e passa de um cordão grosso e cheio de vida para fino e branco. Eu já vi bebês muito saudáveis só resmungarem, dar um chorinho, mas logo pararem… mas na minha prática com parto domiciliar só cortávamos o cordão depois de a placenta sair. Observe a foto do cordão umbilical ao longo de 15 minutos.

Se o corte é feito logo que o bebê sai, claro que ele vai dar aquele choro forte na hora, pois ele é obrigado a expandir os pulmões se não ele fica sem oxigênio! Além de também ficar sem o aporte sanguíneo que ele naturalmente deveria receber, que fica preso na placenta. Um desperdício! O bebê ganha cerca de 100 ml a mais de sangue pelo cordão umbilical até o terceiro minuto de vida, o que é um volume considerável para um bebê. E esse aporte sanguíneo previne anemia no primeiro ano de vida. Há evidências suficientes para que aconteça a mudança na prática. Uma das recomendações da Organização Mundial de Saúde é o corte tardio do cordão umbilical.

Entre os outros mamíferos o corte do cordão umbilical é realizado depois da placenta ter nascido ou até mesmo horas após o parto. Pois se eles cortassem antes o filhotinho provavelmente teria uma hemorragia, pois eles não têm clamp para clampear o cordão umbilical e prevenir que saia sangue pelo coto umbilical. Então a natureza mostra que essa prática não é natural… não sei em que momento na história decidiram que cortar o cordão umbilical logo que o bebê nasce é benéfico. Mesmo o tétano neonatal poderia ser na sua grande maioria prevenido se o cordão umbilical fosse cortado algumas horas após o parto.

O cordão umbilical  também tem o tamanho perfeito para o bebê ir direto para o colo da sua mãe, sem que seja cortado. E é ali que o bebê precisa estar. Do lado de fora de onde ele estava, na barriga da sua mãe. Para a mãe também é um presente ter seu tão esperado bebê em seus braços, trocar cheiro e olhares.É um momento fundamental para o vínculo entre mãe e bebê. A amamentação geralmente inicia nessa hora.  É também confortante, pois o bebê estava dentro da sua barriga, então não dá aquela sensação de “vazio”. Também estimula a liberação de ocitocina materna e faz um peso no útero, evitando hemorragia e estimulando a saída da placenta.

Então, para que a pressa? A pressa é inimiga da perfeição! É tão simples, não requer mais habilidades, equipamentos ou investimento.  Mas requer uma coisa: Paciência do profissional.  Apenas esperar alguns minutos traz tantos benefícios!

A natureza é muito Sábia.

Quais os limites do pai no parto?

Cada vez mais os companheiros querem participar ativamente do parto, isso não é obrigatório, então se você está prestes a se tornar pai e não é fã de sangue, não se sinta pressionado. Mas se você quer participar do processo e curtir tudo, saiba o que você pode fazer.
Você pode fazer TUDO!

O apoio na escolha do parto e o carinho com a gestante  já começam na gestação e no trabalho de parto se intensificam. A massagem,
preparar refeições, ajudar a arrumar tudo pra maternidade, apoiar a presença de uma doula, também são importantes.

Mas e no parto?
Por lei toda gestante tem direito a um acompanhante em todo o processo, inclusive no parto, infelizmente nem sempre respeitam esse desejo.
No SUS você terá de seguir as regras da instituição e suas rotinas, então vai provavelmente ficar ao lado da mulher, sem assistir bem o que está acontecendo lá embaixo.

Mas se você for em uma maternidade particular com seu obstetra a favor do parto natural, você pode conversar com ele para que se for possível
( se o parto não tiver complicações) você possa ser ainda mais ativo.

Como?

Não é  incomum em maternidades com banheira, que o pai do bebê entre junto com a mulher e fique até o nascimento do bebê.
Geralmente quando o bebê sai a primeira pessoa a pegá-lo é uma terceira pessoa, o obstetra. Mas se você deseja pegar o bebê antes de todos, converse com sua esposa para que ela autorize ( hehe), e diga para o obstetra que isso é o seu desejo, e veja se ele concorda.
Após o nascimento, cortar o cordão umbilical, é um procedimento simples e totalmente indolor pro bebê, deixe claro que você gostaria de fazê-lo.

Quando o bebê for para o colo da mãe, o pai pode ajudar na amamentação, deixando-a confortável, e logo com os cuidados com o bebê.
Aproveite esse momento e suas possibilidades ao máximo, é um momento único e especial, e também é seu.

Cris De Melo
Doula! 

Relato da Mãe: Nascimento natural do Caio.

Quase dois meses se passaram e só agora consegui relatar como foi o nascimento do Caio.

Em Agosto de 2011 descobrimos que estavamos grávidos, um tremendo susto e a primeira coisa que me veio a cabeça foi o parto, não queria de jeito algum parto normal. Em Novembro assistindo um programa de tv ficamos sabendo do grupo Hanami e começamos a pesquisar como funcionava o parto humanizado, foram 3 meses de pesquisa pois ficamos bem interesados na possibilidade de realizar o nascimento do Caio em casa e foi no começo de Março, já com 37 semanas que conhecemos a Cris Doula e resolvemos depois de esclarecer alguns pontos que ela iria nos acompanhar até a vinda do Caio ao mundo.

Bem comecei a ter as primeiras contrações ritimadas no dia 25/03/12 as 02:05Hrs elas vinham de 10m em 10m até as 6:30Hrs, estava bem tranquila pois sentia como cólicas, até as 13Hrs elas espassaram e vinham a cada 1 hora. As 14Hrs a contração foi bem intensa e foi ai que o meu marido ligou pra Cris passando o relato acima e fomos ao encontro dela e da Adri ( enfermeira obstetra) para verificação, feito isso fomos todos pra nossa casa. As contrações começaram a ficar cada vez mais intensas, a Cris e a Adri conversavam comigo, faziam massagem e me colocaram no chuveiro, enquanto isso meu marido enchia a piscina, até esse momento eu não tinha perdido o tampão. Sai do chuveiro fui pra cama, pro chão, não tinha uma posição certa e logo em seguida o meu tampão saiu. Adri auscultava sempre o coraçãozinho dele e elas falavam palavras de incentivo, fui pra piscina e o Fabricío(marido) entrou comigo isso já passava das 17Hrs e as contrações estavam cada vez mais forte e mais próxima uma da outra.

 As 19:00Hrs fomos pra maternidade eu já mal conseguia andar, e estava com 7 cm segundo a Adri, que é enfermeira obstetra, e eu já sentia uma vontade louca de fazer força.

Demos entrada no HU as 20:20Hrs, as contrações estavam muito próximas  e a vontade de fazer força só aumentava, fui levada já para sala de preparação onde fizeram o toque e eu já estava de 6 pra 7 de dilatação. Fui levada para o chuveiro, fiquei lá uma meia hora voltei para a sala e mais um toque e eu já estava com quase 8, mas novamente o ILA estava dificultando o encaixe do Caio para o nascimento e as dores aumentaram muito, cheguei a dizer que eu não ia conseguir. Os médicos ficavam impressionados a cada contração pois parecia que o Caio ficava em pé dentro da minha barriga, chegaram a dizer que parecia que ele ia sai pelo meu umbigo, logo em seguida a bolsa rompeu foi uma correria pois ela saiu inteira e queriam ver se tinha o cordão, pelo menos foi o que intendi e me lembro. Novamente troquei de sala, essa já era a terceira sala pois eu sangrava muito e inundava a maca. Me fizeram mais um toque e eu já estava com 9 isso era 22:10Hrs, me fizeram massagem nas costas e logo depois outro toque e comemoraram dizendo ta na hora, fui pro chão e com o apoio do Fabricío fiquei de cocoras e a cada contração eu fazia força foram três vezes e ele coroou, fomos todos para a sala de parto as dores já estavam mais fracas, nos posicionamos cada um no seu lugar e eu como anfitriam da festa fiquei na cadeira elevada do chão, o Fabricío não saia do meu lado era o mais impolgado se a médica dechasse ele aparava o Caio,kakakakaka. Veio a contração fiz uma força tremenda e senti uma ardencia e saiu a cabeça, a equipe festejou e eu descansei veio outra e me pediram pra fazer força aos pouco e o Caio veio ao mundo as 22:42Hrs todo enroladinho no cordão, já bem limpinho e veio direto pro meu colo, chorou um pouquinho e deu dois espirros vai puchar ao pai com rinite, kakakakka. O Fabricío foi quem cortou o cordão e levaram o Caio para os procedimentos padrão acompanhado pelo papai, enquanto isso na sala de parto elas me tratavam só levei dois pontinhos. O Caio veio ao mundo com 3.770Kg de 53cm, graças a Deus ele veio ao mundo com saúde e lindo, enquanto isso a Cris e a Adri estavam lá fora esperando noticias que foi passada pra elas pelo Fabricío.

Fomos pra sala de recuperação e logo em seguida pro leito, o Caio mamou a madrugada toda. Infelizmente ele mamou só 20 dias pois eu não tinha leite suficiente, ele está super bem se adaptou muito bem a mamadeira mas quero deixar segistrado que tentamos de tudo pra aumentar a produção de leite mais não deu certo. Hoje estamos muito felizes com a chegada do Caio e agradeço a todos pelo apoio principalmente ao meu marido que não me deixa faltar nada en todos os sentidos.

Cibelle.

(Cris – Cibelle queria muito um parto domiciliar, procurou a equipe, outro profissional capacitado para um parto em casa, e por último conheceu através de mim a Adriana, porém exames mostravam que o líquido amniótico estava aumentando, os médicos se preocupavam com o rim do bebê, mas mesmo descartado o parto domiciliar, combinamos que o trabalho de parto seria parecido, incluindo a banheira.)

Feliz dia das Mães!

O dia das mães chegou e dois sorteios super especiais. Recebi esse link Wrap Sling da Gabriela da Ninho Slings como um presente, e com sua autorização decidi sortear no dia das mães, junto de outro presente, uma sessão de fotos recém-nascido com a fotógrafa Carol Dias.
O sorteio foi realizado com a ajuda da minha pequena Sofia, foram 7 mulheres, as 7 doulandas do mês de maio, e a ganhadora do wrap foi:

Parabéns Mioara, em breve levo ele pra você!!!

E a ganhadora do sorteio da sessão de fotos recém-nascido foi:
 Parabéns Julia, em breve te passo as informações!!

Obrigada a Ninho Slings e Carol Dias pela parceria!
Cris Doula! 

Fotos da palestra que aconteceu dia 08/05 em Florianópolis!

Obrigada a Livraria Catarinense pelo incrível convite, foi uma honra, e muito obrigada a todos os participantes.

Cris De Melo
Doula! 

Hoje foi a entrevista no programa Magazine News!

Quero agradecer a Record News e querida Luiza Gutierres pelo convite e oportunidade.
Assim que tiver o link posto aqui.

Cris De Melo
Doula 

É amanhã, na Livraria Catarinense!

Olá gestantes,

Nesta terça-feira darei entrevista para o canal Record as 12:30, para o programa Magazine News sobre Parto humanizado, tema da minha palestra deste terça-feira. Espero que assistam e que compareçam nessa super palestra a noite. (19:30)
Beijos

Cris Doula 

Valentino´s amazing natural birth – 05/05/2012

Conheci a Ana Paula e o Alex quando eles vieram na minha casa pra tirar dúvidas sobre o acompanhamento de doula após terem achado este site.
Ela fazia acompanhamento com um obstetra a favor do parto natural, mas que estaria indisponível para seu parto, então ela me pediu indicação de obstetras que acompanhariam seu parto respeitando seu maior desejo: um parto totalmente natural! Conversamos e indiquei alguns, mas eu sabia que ela gostaria de um deles em especial, e foi quem ela escolheu para marcar uma consulta.

Naquele mesmo dia ela e o marido Alex, fecharam o acompanhamento, se sentiram muito seguros em ter uma doula com experiência, que acredita no mesmo que eles, e Alex ficou muito entusiasmado em saber que eu falava Inglês, já que ele é americano e está aqui a apenas 6 meses.
Uma semana depois, quando teríamos a nossa consulta, precisei desmarcar por conta de outro parto que estava acontecendo, ela estava com algumas contrações.

E no dia 03/05 as contrações aumentaram e diminuíram,e na madrugada ela perdeu o primeiro jato de líquido amniótico.
O dia seguinte veio e ela foi numa consulta com a Dra Roxana, que ficou preocupada com os batimentos cardíacos do bebê, pediu que eles fossem almoçar e voltar para nova avaliação. A tarde eles fizeram a internação na maternidade, com 3 cms de dilatação e com bolsa rota, era importante continuar monitorando já que ele mexia pouco.

Eu já estava lá, estava acompanhando outro parto e uma indução ao mesmo tempo, já que nenhuma das outras duas doulas back up estavam disponíveis para partos no dia. A noite chegou, os outros dois bebês nasceram, a indução não funcionou e infelizmente virou uma cesárea, e o outro parto evoluiu lentamente para um lindo parto com o cordão mais curto que já vimos, media um palmo ( uns 10 cm).

Ana continuava sem contrações regulares, conversamos com ela para saber como se sentia, estava cansada pois não havia dormido nada desde a noite anterior. A esse ponto Valentino se mexia bastante e o batimento estava melhor.  A dilatação tinha evoluído para 5 cms, mais tarde 6 cms, mas ela ainda estava em fase latente. Como seu desejo era um parto totalmente natural, pedimos que ela e Alex fossem dormir. Dra Roxana foi descansar e eu acostumada com meu horário de vampira fiquei acordada na madrugada, ajudando no pós-parto das minhas duas outras doulandas e confraternizando com os funcionários  da maternidade.

As 4 da manhã antes de ir dormir, fui para cozinha da maternidade, e com muita simpatia consegui junto de uma téc enfermagem, que a copeira deixasse que eu fizesse um chá para Ana Paula.

Caprichei na canela, no cravo, pimenta preta, chocolate e o que mais eu havia levado na minha mala de doula.Entreguei 1 litro de chá no quarto da Ana, e pedi que ela bebesse o quanto pudesse, adoçando se necessário. Dra Roxana foi monitorar e eu achei um sofá na outra ala e dormi por ali mesmo ( doula faz cada coisa rsrs). Acordei as 07:30, não dava mais pra ficar longe, não conseguia dormir de verdade, só cochilar.
Voltei para o quarto, agora estavam na sala de parto, ainda com a mesma dilatação, mas o trabalho de parto ativo havia começado as 5 da manhã
(pensei OBA, o chá fez efeito!)

Ficamos acompanhando, orientando, e depois de uma bela caminhada e banheira, ela pediu para dormir novamente. Ela e Alex ficaram juntinhos descansando, e eu dormi sentada numa poltrona. Uma hora depois ela levantou pois não queria mais descansar, e estava com 7 cm. O tempo passou e ela foi pra 8, depois de um tempo 9cm. Assim ficou por horaaaas, a sensação de dor era bem intensa, mas ela nem pensava em analgesia.
Depois a Rox sugeriu um toque um pouco mais dolorido que ajudaria a tirar aquele restinho de colo, Valentino forçava para sair, e Ana Paula aguentou firme e forte, o colo saíra e Valentino descia.

Algumas forças e sua cabecinha começou a aparecer, depois ela começou a acocorar no chão, Alex chorava de emoção ao ver a cabecinha do filho no espelho. Ela entrou na banheira ( queria muito um parto na água), e não demorou nada para que a cabeça saísse, e com muita tranquilidade ele nasceu. Alex queria pegá-lo então Rox ajudou, e ele entregou nos braços na Ana.

Alex dizia: Meu filho, meu pequeno filho! / Alex said: My son, my little son!


A obstetra/parteira fazendo a impressão da placenta / The midwife making the placenta impression.

Valentino nasceu em um parto sem qualquer intervenção, com mais de 36 horas de bolsa rota, apenas 5 horas de tp ativo por causa da dedicação de Ana e Alex. Eles sabiam exatamente o que queriam, e mesmo quando eu e Rox nos preocupávamos com que Ana ficasse muito exausta,
ela afirmava que conseguia esperar e nós acreditávamos nela.

Ana and Alex,
You are a special couple, it was beautiful to see how you did everything together, the love, support, you can do anything. Valentino could not have chosen to be born with better parents, congratulations from the bottom of my heart.
Congratulations also to the grandmothers, both grandma who was present and who was in the states calling happy and anxious for news. You should be very proud of them.

Thank you  Dr Roxana for the incredible  patience and dedication.
Thank the employees of the Ilha Hospital e Maternidade  for being so kind to me, letting me do what I needed to help them.

Cris Doula
Mother of Sofia,
very happy to witness moments so unique.

O negócio de nascer.

Existe disponível na internet um documentário incrível chamado ” The business of being born” que já citei aqui em alguns posts. Hoje eu enviei para um casal que vou acompanhar este mês, e resolvi assistir novamente. E o vídeo me inspirou a criar um post.

A verdade é que a grande maioria dos profissionais que atendem partos, não compreende o processo e fisiologia do parto natural. E a culpa disso é a formação na faculdade de medicina e residência. Os profissionais obstetras se formam para aprender a fazer cesáreas, partos com ocitocina, episiotomia, assepsia, fórceps, vácuo extrator, kristeller e outras intervenções. Eles não aprendem a sentar no chão no canto de uma sala, e observar uma mulher parindo, por horas e horas sem qualquer tipo de interferência.

Então, nos deparamos com obstetras que na grande maioria, não procuram entender o processo do parto natural, em hospitais.
Hospitais são negócios, eles querem as camas cheias e depois vazias, eles não querem mulheres andando pelo hospital em trabalho de parto.
E é um fato que o hospital não quer saber o que você quer, ele tem seus protocolos e rotinas pois tempo é dinheiro.
Por isso depois de certo tempo se você não está evoluindo rápido, você será obrigada a receber ocitocina que cria uma mega-contração, e que aumenta a dor, e por isso provavelmente você vai pedir uma analgesia.

E com a analgesia, a contração acaba se espaçando, aí é necessário aumentar a ocitocina. Depois de um tempo, o bebê já está cansado dessa mega-contração. A cada contração natural o bebê recebe menos oxigênio, mas ele lida muito bem com isso. Com uma mega-contração, ele precisa ficar mais tempo recebendo menos oxigênio, e possivelmente isso vai causar uma bradicardia ( quando o batimento cai e fica abaixo de 110 batimentos por minuto.)

Então, apesar de toda informação e tudo que você deseja, você acaba em uma cesárea. E o obstetra e seus parentes podem dizer que você é a culpada, porque ”forçou” um parto normal, porque você deveria ter feito uma cesárea eletiva. Quanto na verdade, foi o SISTEMA que causou a sua cesárea, com uma intervenção atrás da outra.

Ai, que coisa cansativa né?

A verdade é que pouquissímos partos naturais acabam tendo alguma complicação, e que essas mulheres de baixo risco poderiam parir em casa com profissionais capacitados. Mas na nossa cultura o normal é parir em um local onde as intervenções acontecem normalmente e sem necessidade.

E a verdade é que esses partos deveriam ser responsabilidade de enfermeiras obstetras e parteiras, capacitadas para atender partos sem complicações, como na Europa e no Japão, onde as parteiras atendem cerca de 80% dos partos naturais.
Mas não, apesar de capacitadas elas não podem atender partos em hospitais… isso não faz sentido.

O engraçado do parto em casa, é que é muito fácil falar que o parto domiciliar é arriscado, que as chances de coisas acontecerem
são maiores, enquanto as estatísticas mostram o contrário! Os países onde o parto domiciliar é comum, o índice de mortalidade materno e infantil é menor. Mas se você está tentando ter um parto domiciliar, e ele não dá certo, você nem fala que estava tentando um parto em casa.
Porque se você falar, será tratada como uma leprosa, vai ouvir comentários hirônicos e piadas. Aliás você vai ser tratada assim até mesmo se o seu parto em casa for maravilhoso.

Então, se você quer um parto natural TENHA UM OBSTETRA HUMANIZADO, TENHA UMA DOULA E/OU FAÇA O PARTO EM CASA COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS!

Informe-se, leia, exija seus direitos mas entenda que certas barreiras você não vai conseguir quebrar, você dificilmente terá um parto natural com um obstetra cesarista, vale a pena o risco?

Para quem quiser assistir o documentário:

Cris De Melo
Doula! 

Vídeo com Gestação e Parto da Patricia!


Obrigada por me convidar para fazer parte desse momento, e permitir a divulgação desse vídeo.
Parabéns Patricia e William pela linda Sara!

Cris de Melo
Doula! 

Palestra/Curso de Preparação para o parto – 8 de maio – Florianópolis

No dia 8 de maio, as 19:30 darei uma palestra na Livraria Catarinense, no Shopping Beiramar e quero convidar vocês a participarem.
Não é necessário fazer inscrição, e são 40 vagas. Após a palestra ficarei um tempo para conversar com quem tiver dúvidas.
Espero por vocês,

Cris De Melo
Doula !

O parto idealizado e as pedras no caminho.

Todas as mulheres que eu acompanho buscam um parto normal, o mais natural possível, mas e quando isso não acontece?
Nada na vida é garantido e eu costumo dizer que obstetrícia é uma caixinha de surpresas. Nós mulheres planejamos como será o nosso parto, mas precisamos ter a mente aberta para algumas intercorrências, e inclusive uma cesárea necessária. Então se você está grávida, converse com o seu parceiro, com o seu obstetra, com sua doula, sobre tudo o que você deseja para esse momento. Por ex: parir na banheira, sem ocitocina, sem pessoas desconhecidas, com pouca luz, amamentação na primeira hora, etc.
MAS, tenha em mente que pode ser necessário algo diferente, e você precisa estar preparada para outros planos.

Se você pretende parir na banheira de um hospital, entenda que ela pode estar ocupada ( caso seja apenas uma), ou até mesmo quebrada, afinal coisas assim acontecem. Pense, que por mais que você não queira, pode acabar pedindo pela analgesia, e não é nenhum crime. Você precisa respeitar seus limites. Se as suas contrações não ficarem ritmadas, o obstetra após certo tempo pode indicar a ocitocina ( muito comum quando realizada analgesia). Por mais que você deseje tal posição, na hora pode acabar não sendo tão confortável e/ou não ser a melhor para você.

Lembre-se que o parto pode ser mais longo do que você deseja, pode ser mais difícil, e que nenhum parto é igual ao outro.
Faça planos, tenha seus desejos, mas tenha a mente aberta para mudanças, saiba como lidar com as pedras no seu caminho sem frustração.
E para ter certeza de que nada sairá dos seus planos desnecessariamente, tenha um obstetra realmente a favor do parto natural.

As intervenções são péssimas quando feitas de rotina, sem necessidade, mas existem indicações para que sejam usadas.
Informe-se, leia, empodere-se e uma boa hora!

Cris De Melo
Doula!

Parabénssss Sofia!!!

Hoje quero compartilhar com vocês a minha felicidade em poder comemorar mais 1 ano com a minha filha linda.
Hoje, dia 30 de abril, ela completa 5 anos de vida!
5 anos trazendo alegria e muito amor para nossas vidas!

Viva nossa princesa Sofia!

Cris De Melo
Doula e Mãe da Sofia! 

Foto por Douglas Melo – Fotógrafo
Contato: (48) 8436-2221
https://www.facebook.com/pages/Douglas-Melo-Fot%C3%B3grafo/217011605059082
 dougdmelo@gmail.com

A sensibilidade que a doula precisa ter.

Hoje em mais um encontro com uma gestante, eu lembrei de um tema que precisava vir para o site. Esta gestante , comentou que tinha um certo receio em ter doula, e eu perguntei o por quê. Ela disse que não sabia que se ficaria á vontade esperando muito tempo em casa, que não sabe se vai aguentar a dor e pedir uma analgesia, ou se vai aguentar o parto em si. E eu perguntei novamente, qual o receito de ter uma doula no meio de tudo isso. Pois ficar em casa  é uma escolha do casal, durante o tempo que eles quiserem. A dor é fácil de lidar com a massagem, posturas, e exercícios. Mas se ela quiser mesmooo a analgesia, ela pode tomar. E se achar que não quer mais, e quer uma cesárea ( coisa que nunca aconteceu até hoje) eu vou respeitar sua decisão, sendo durante o trabalho de parto. Falei que jamais forçaria algo, que o parto é dela e que as decisões também.

E ela disse basicamente: Uffa!

Ela não foi a primeira a me perguntar coisas assim, é muito importante que a doula não tenha pré-conceitos, as escolhas da doula não podem interferir nas escolhas da mulher/casal. É importante deixar claro que o parto é do casal, e que nós ( doulas, obstetras, etc)  devemos respeitar. Claro que se for contra os meus princípios, eu posso escolher não acompanhá-la ( não aceitar acompanhar uma cesárea sem indicação médica, uma indução sem indicação médica, um parto com médico tradicional, e etc) mas é importante que a doula deixe isso claro.

Eu já acompanhei mulheres que tinham pensamentos diferentes dos meus, já tive mulheres que não quiseram amamentar
na 1º hora após o parto e nem nunca. É como falar de cama compartilhada, tem gente que gosta e tem gente que não, tem pessoas que gostam de guardar a placenta e outras querem mais é que vá para o lixo.

Então mulherada, nós doulas somos ativistas a favor do parto natural, estamos sempre em movimento para incentivar o empoderamento das mulheres e a fazerem escolhas conscientes. Mas cada doula é uma, pensa de maneira diferente, e segue linhas diferentes. Nem toda doula é radical, no sentido de achar que uma coisa deve ser assim e ponto final, de que todo parto tem que ser do jeito X, que toda mulher é obrigada a fazer como manda o manual Y.

Então, quem procura doula, conheça e tire todas as suas dúvidas, e veja se ela aceita o que você pensa sobre o parto. Assim como o médico, vocês devem escolher o médico que passa confiança e que segue a mesma linha de pensamento.

Uma boa hora pra todas!!

Cris De Melo
Doula! 

Entrevista com Andreza – Mãe da Alice – Nascida na água

1-   Por quê você decidiu ter uma Doula?
Por ser meu primeiro filho e por como todas as mamães de primeira viagem estar consumida pelas duvidas e pela insegurança, achei fundamental me cercar de pessoas com experiência que pudessem me orientar.

2-  Como descobriu que era uma doula e como escolheu a sua?
A médica que fez a primeira parte de meu pré-natal nunca havia me falado desse tipo de serviço, mesmo sabendo da minha decisão pelo parto natural. Por essas coincidências divinas ela teve que se afastar e me indicou o Dr. Fernando Pupin que já na primeira consulta me falou do que era uma Doula e me entregou um panfleto da Cris. Liguei e na hora soube que estava ali a solução para todos os meus problemas.

3- Como foi ter uma doula no parto?
Foi maravilhoso e decisivo para que um parto tão bom não se transformasse em uma cesariana desnecessária. Por mais que tenhamos claros os nossos objetivos, tem uma hora que parece que não vai dar , que pode acontecer algo de ruim com o bebê, e é nesse momento que o anjo intitulado como Doula entra: ela acalma, esclarece, conforta, brinca, transmite segurança, conforto, carinho, apoio, e nós mamães, não precisamos nos preocupar com mais nada porque ela esta lá.

4- Como foi o trabalho de parto e parto? Se pudesse voltar atrás,faria algo diferente?
Hoje não me lembro de mais nada que tenha sido ruim. Então posso dizer que foi muito bom. Se pudesse mudar algo gostaria de ter ficado mais calma durante a saída da Alice. Pirei porque achei que ala pudesse ficar sem oxigênio quando ela estava coroando. Pode? Na próxima vez vou escrever numa cartolina que o bebe respira pelo cordão umbilical e colocar na minha frente no parto. Rsrsrsrs

4- Você acredita que o parto tem alguma relação com a personalidade do bebê?
Acredito que não tem a ver com a personalidade mas com o comportamento pós parto.

5-  No próximo filho, pretende ter parto normal?
Sim e com doula.

6- O que você gostaria de dizer aos casais a espera de um bebê?
Que ter uma pessoa do nosso lado nesse momento decisivo é muito importante.

7-   Como é a vida após a chegada do bebê?
Sabe o que ficar a noite toda ninando o bebe, cansada, e lá pelas quatro da manhã ele da um sorriso e você esquece todo o cansaço, o mau humor e simplesmente sorri de volta e lembra de todo o amor que você sente por aquela coisinha. É isso. Correria, adaptação, mas cima de tudo uma felicidade incrível.

8-  Você ficou satisfeita com o trabalho da doula e com o parto?
Muito mesmo. Tudo teria sido diferente se não fosse a doula. Ela foi fundamental para que tudo desse certo. Mais um pouquinho e o obstetra só teria vindo para cortar o cordão. Foi muito bom ter a Cris conosco.

 9-  Deixe um recado:
Muito obrigada Cris, mais que uma profissão você exerce um dom, que Deus te abençoe como você tem abençoado as vidas dessas mamães e bebes. Continue sempre incentivando o parto natural e as cesáreas necessárias. Somos eternamente gratas a você. Até 2015.

Quer relembrar o parto da Andreza?
http://crisdoula.com/?p=1129

As 12 maneiras mais frequentes de enganar a mulherada – por Ana Cris Duarte


Cesárea 171-I: Cordão enrolado
A verdade: quase um terço dos bebês nasce com circular de cordão. Mas a gelatina que recheia o cordão ajuda a impedir que os vasos se fechem. Além disso o bebê não respira dentro do útero!

Cesárea 171-II: Pressão Alta
A verdade: A hipertensão é um problema grave, mas nos casos em que ela foge ao controle pode ser necessário induzir o parto normal.

Cesárea 171-III: Bacia Estreita
A verdade: Impossível saber o tamanho da bacia por dentro e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna

Cesárea 171-IV: Bebê Grande
A verdade: Impossível saber o peso do bebê pelo ultrasom e os ossos da cabeça do bebê são soltos e se sobrepõem para passar pela bacia materna

Cesárea 171-V: Passou do Tempo
A verdade: A gravidez humana normal vai até 42 semanas. Passado o prazo considerado seguro, pode ser necessário induzir o parto normal.

Cesárea 171-VI: Parto Prematuro
A verdade: Bebês prematuros nascem em melhores condições se for por parto normal

Cesárea 171-VII: Diabetes Gestacional
A verdade: É uma condição em geral controlada com dieta, exercícios e medicamentos, e não tem qualquer relação com a via de parto. Nenhuma!

Cesárea 171-VIII: Bebê fez cocô (mecônio)
A verdade: O mecônio não é um problema, a não ser nos casos em que os batimentos cardíacos do bebê estão insatisfatórios, evidenciando sofrimento fetal. Mesmo assim a indicação é o sofrimento fetal, não o mecônio.

Cesárea 171-IX: A bolsa rompeu e não teve contração
A verdade: É só aguardar 24 horas e se não entrar em trabalho de parto, induzir. A indução pode levar até 48 horas para “engatar”. Antibióticos podem prevenir infecção. Fácil convencer o GO de esperar 72 horas, não é mesmo?

Cesárea 171-X: Não teve dilatação
A verdade: Todas as mulheres dilatam se aguardar a fase ativa do trabalho de parto.

Cesárea 171-XI: Não entrou em trabalho de parto
A verdade: Se não for colocada numa mesa cirúrgica, toda mulher entra em trabalho de parto.

Cesárea 171-XII: Na consulta de pré natal o colo do útero está fechado
A verdade: O colo do útero em geral fica fechado. O que faz ele abrir são as contrações de trabalho de parto.

Cesárea 171-I: Pouco líquido
A verdade: A diminuição do líquido amniótico é normal e esperada no final da gestação. No caso de diminuição acentuada, pode ser necessário induizir o parto normal, o que pode levar até 48 horas. Fácil convencer o GO de esperar 72 horas, não é mesmo?

Por Ana Cristina Duarte – Obstetriz – São Paulo

12 Mitos e verdades sobre parto domiciliar!

Mitos do Parto em Casa I: a parteira chega a cavalo ou de bicicleta, e a tiracolo uma bolsa com 3 panos lavados e um livro de rezas.
Verdade: o material que vai no carro do profissional inclui oxigênio, máscara, ambu, material de sutura, anestésico local, instrumentos esterilizados, drogas para contenção hemorragia, luvas estéreis e outros 20 itens.
Mitos do Parto em Casa II: a parteira é uma senhora boa e rezadeira de 70 anos, que aprendeu o ofício com sua mãe.
Verdade: o profissional que atende parto domiciliar é médico, ou enfermeira obstetra, ou obstetriz, formados em cursos superiores e com experiência em atendimento de partos normais, com e com complicações.
Mitos do Parto em Casa III: A ideia é nascer em casa custe o que custar, então se complicar, complicou, paciência.
Verdade: o parto começa em casa, mas acaba onde tiver que acabar. Se houver algum sinal de que talvez o parto possa vir a complicar, já é feita a remoção para o hospital.
Mitos do Parto em Casa IV: nos países da Europa onde existe o parto em casa, há uma ambulância na porta de cada mulher que está em trabalho de parto.
Verdade: PUTZ!!! Essa é a maior de todas as mentironas do século XXI! Não existe ambulância na porta em nenhum lugar do mundo!
Mitos do Parto em Casa V: Qualquer mulher pode conseguir um parto em casa.
Verdade: Mulheres que desenvolveram complicações não poderão ter um parto em casa, porque os riscos são aumentados.
Mitos do Parto em Casa VI: Se o bebê precisar de alguma coisa, ele vai morrer.
Verdade: Todo o material que tem para ajudar um bebê num hospital também está presente no parto em casa. Só não será possível fazer assistência a longo prazo pela falta de equipamento adequado.
Mitos do Parto em Casa VII: Se a mulher “rasgar” ficará aberta para sempre, amém.
Verdade: O profissional tem todo o material para reparação de lacerações, do anestésico aos fios especiais de alta absorção.
Mitos do Parto em Casa VIII: Um parto de baixo risco vira de alto risco de uma hora para outra
Verdade: Menos de 1% das complicações acontecem de uma hora para outra. A maioria são longas evoluções de horas e horas, até se configurar uma mudança de faixa de risco.
Mitos do Parto em Casa IX: depois do parto fica a sujeira para a família limpar.
Verdade: Faz parte do atendimento do parto a limpeza completa de todo o ambiente onde o bebê nascer, a retirada dos vestígios de sangue, e a arrumação.
Mitos do Parto em Casa X: O parto em casa está proibido ou os médicos estão proibidos de atender parto em casa.
Verdade: Nâo existe qualquer proibição. O Conselho de medicina de SP publicou uma matéria de jornal interno dizendo que não aconselha. Isso não é proibição. O conselho tem todas as ferramentas legais para proibir, mas não o fez.
Mitos do Parto em Casa XI: Há grande risco de contaminação, pois não é possível esterilizar a casa.
Verdade: primeiro que o hospital não é esterilizado, pelo contrário, está cheio de bactérias resistentes. Segundo, que o parto normal não ocorre em local estéril em qualquer lugar do planeta.
Mitos do Parto em Casa XII: O bebê tem que ficar em observação depois que nasce, por isso precisa de enfermeiros no hospital.
Verdade: O bebê fica em observação pela equipe após o nascimento e tal qual no hospital ficará em alojamento conjunto com a mãe, recebendo as visitas diárias até a “alta”.

Por Ana Cris Duarte – Obstetriz –  São Paulo
www.maternidadeativa.com.br

CONFIRMANDO Palestra dia 22 de abril as 17 horas!

Para quem não recebeu e-mail de confirmação, estou aqui confirmando a palestra que ocorreria no sábado, e agora será no domingo dia 22 as 17 horas. A palestra será no bairro estreito conforme as informações que enviei por e-mail. O único custo são 2 kg de alimentos não perecíveis que serão doados para uma instituição, peço que não se atrasem, por favor.

Todas as participantes vão concorrer ao sorteio de um lindo SLING oferecido pela Ninho Slings, e uma sessão de fotos
de recém-nascido da fotógrafa Carol Dias.

Obrigada e espero vocês!
Cris Doula

Palestra de Preparação para o Parto Natural dia 8 de maio as 19:30 hs.

É com muito prazer que anuncio que fui convidada para palestrar no dia 8 de maio, no Shopping Beiramar, na Livraria Catarinense e quero convidar todas as gestantes que querem entender mais do assunto, ou até quem já teve bebê para participar.
O conteúdo foi feito especialmente para esta palestra, sendo diferente das outras que faço.

Dia 8 de maio as 19:30 hrs.
Capacidade máxima de 40 pessoas.

Quem se inscreveu nas palestras do Preparando o ninho, não precisa ir nesta.
Obrigada e nos vemos lá!
C ris Doula!

Translator
Portuguese flagEnglish flagSpanish flag
Últimos nascimentos


Em janeiro 4 bebês;
Em fevereiro 3 bebês; Em março 9 bebês;
Em Abril: 4 bebês
Em maio:
04/05- Giulia
04/05-Luiza
05/05-Valentino
10/05- Cecília
16/05- Bernardo
Parceiros
Arquivos