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Engravidamos do Pedro logo no primeiro ciclo de tentativas. Eu tomava pílula há 13 anos e achávamos que demoraria muito! Nos enganamos! A gravidez passou rápido e sem nenhuma intercorrência. Tive pouquíssimo enjôo, e me sentia extremamente bem e feliz!

Sempre quis um parto natural, sem intervenções, cheio de respeito à mim e ao meu bebê! Procurei um profissional humanizado e o encontramos em Florianópolis. Ter uma doula para mim também era essencial, queria alguém que me passasse confiança e não me deixasse desistir se tudo estivesse correndo bem! Já acompanhava o trabalho da Cris então ficou tudo mais fácil!

No dia 30/05 acordamos às 05:30h porque Thiago iria trabalhar em Brusque. Naquela segunda-feira completávamos 36 semanas de gestação.Ele foi tomar banho e eu fui preparar o café. Aproveitei pra fazer um xixi antes de passar a camisa do marido. Quando comecei a passar senti a calcinha ficar molhada.

Pensei:
– Nossa, acabei de fazer xixi e me escapa logo agora? Essa barriga tá ficando pesada mesmo.
Desvaneios de quem acordou de madrugada! Hehehe
Desci até a garagem com o marido pra pegar o cartão que havia ficado no carro. Entramos no elevador, nos abraçamos enquanto o mesmo descia. De repente sinto a calcinha ficar molhada de novo. Abri os olhos e me olhei no espelho. Uma pulga se instalou atrás da orelha.
– Nego, não sei mas acho que estou perdendo líquido.
Ele já dentro do carro, arregalou os olhos e pediu para que avisasse se alguma coisa acontecesse. Afinal ele teria que trocar os plantões dele.

Voltei para o apartamento e fui ao banheiro de novo. Senti uma coisa estranha. Eu passei a gestação conferindo o papel higiênico para detectar qualquer sinal de sangramento. Nunca houve nada, nem um pinguinho. Quando olhei o vaso enxerguei uma parte do tampão, parecia mais uma géleia rosada. Conferi o papel, mais tampão.

Com a cabeça de quem tinha lido muito, me achando com controle total da situação pensei:
– Bacana, isso quer dizer que… Pode levar semanas ainda para o Pedro nascer.
Pedro já estava encaixado desde as 34 semanas e tudo caminhava bem pro parto que desejávamos.
Resolvi tomar um banho e aguardar para ver se algo mais acontecia.
Liga chuveiro, água quente bate na barriga. Ela fica dura… Normal, já estava tendo as contrações de treinamento há muito tempo! Água bate nas costas. Sinto que a contração começa a mudar, ela vem das costas e vem vindo para frente…

A ficha começa a cair: – Ai gente… Isso tá acontecendo mesmo?
Pensei.
Decidi colocar uma toalha de banho na cama debaixo do bumbum e continuar esperando.
Fiquei lá deitada e percebi que as contrações ficavam doloridas nessa posição.
Esperei o marido avisar que tinha chego no trabalho pra começar a passar as informações. Eu realmente não queria que ele lesse “Estou com contrações” dirigindo o carro em uma rodovia! Hehehe
Avisei o marido, ele perguntou da frequência das contrações e eu ainda não tinha conseguido contar. Elas eram sutis e nem sempre eu identificava o começo, meio ou fim.
Ele não acreditou muito, pensou da mesma forma… Olha o tampão sair não quer dizer que vai ser agora…

Resolvi levantar da cama e me vestir, afinal não dava pra ficar ali o dia todo. Com a maestria de uma grávida me apoiei e sentei na cama… Sinto um jato escorrer… Olho a toalha branca, ficou molhada de um líquido rosado. Calminha, calminha, respira fundo!
Mandei áudio pro marido… Ele pediu que eu fizesse contato com nossa amiga obstetra.

– Jamile, coloca um paninho na calcinha e observa se fica molhado. Assim você já chega com mais informações na maternidade.
Ela disse.
Estávamos a 100km da maternidade onde nosso bebê nasceria. Tudo tinha que ser calculado e planejado…

Coloquei o paninho e comecei a andar pela casa. Sentia líquido sair de vez em quando. Quando vi o paninho estava todo molhado. Cheirei… Puro cheiro de água sanitária. Pimba, estamos com bolsa rota!
As contrações continuavam mas em pé eu simplesmente não as sentia.

Como não havia feito ainda o exame do Streptococcus provavelmente teria que tomar o antibiótico.
Marido avisado, comecei a ajeitar as malas. A Mala do Pedro já estava pronta. Minha mãe estava fazendo saquinhos de organza para colocar as mudas de roupas… Hum… Não deu! :/

As lembrancinhas também só ficariam prontas 2 semanas depois…
A minha mala já estava em montagem e faltava pouca coisa. Adicionei as roupas do marido e os itens de higiene. Roupa pra 3 dias tranquilamente.
Thiago chegou, nos abraçamos! Os dois estavam eufóricos! Afinal com a bolsa rompida, o Pedro chegaria naquele dia.

A previsão do nosso pequeno era para o dia 27/06. Eu tinha a sensação que não chegaríamos até essa data. Mas dizem que toda grávida sente isso. Me sentia até constrangida de falar. Mas nas últimas semanas vinha me sentindo saudosa da barriga que ainda estava ali. Comentava que queria ficar grávida até dezembro. Afinal tudo corria tão bem, a gestação seguia tão tranquila. Vivia “o momento mágico” da minha vida.

A bolsa havia rompido as 06h da manhã. Era perto das 11h quando Thiago retornou de Brusque. Colocamos as malas no carro. Nos despedimos da nossa cachorrinha. Deixamos a chave debaixo do tapete pra que alguém pudesse pegá-la mais tarde.
Trancada a porta, comentamos:
– Nossa vida nunca mais será a mesma. Quando voltarmos será com um pacotinho no colo!
Nossos olhos encheram-se de lágrimas.

Pegamos a estrada e eu já começava a sentir as contrações mais chatinhas. Tentei marcar algumas no App do celular mas estava muito agitada, não conseguia me concentrar. Passamos a viagem ouvindo a playlist que tínhamos montado pro Pedro. O clima era de festa, coração repleto de paz. Nem percebi que o marido dirigia à velocidade da luz! Mentira! Hehehe mas ele dirigiu rápido!

Chegamos no Ilha,demos entrada nos papéis para que eu fosse examinada pelo médico plantonista.
No consultório, Dr Claudio me examinou e constatou: Bolsa rota, líquido claro. Colo posterior com 0 de dilatação. E as contrações irregulares e fraquinhas.

O médico foi franco conosco:
– Jamile, o seu parto é prematuro. Pode ser que o Pedro nasça e fique tudo bem. Mas também pode ser que  ele precise de UTI neonatal.
Essas palavras ecoaram na minha cabeça! UTI neonatal, UTI neonatal, UTI neonatal. Não péra, isso não estava no script! Pó parar!
– Jamile, eu acabei de internar uma gestante com 36 + 3 dias e que também pode precisar da UTI neo. Nossa UTI está cheia! Posso sugerir que você interne no Santa Helena.
Ele percebeu a decepção no meu rosto.
– Você ainda não está em trabalho de parto ativo, são pródomos. Acho que vocês podem ir pra casa e voltar quando as contrações estiverem mais frequentes.
– Dr nós moramos em outra cidade. Vamos para um hotel aguardar então.
– Bom nesse caso acho melhor te internar, assim acompanhamos os batimentos do Pedro! Se você não engrenarem  as contrações até o final da tarde, iniciamos a indução.

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Tudo que eu não queria era internar sem dilatação, precisar de ocitocina. Eu tinha lido tanto… De repente comecei a perceber que o controle já não estava em minhas mãos.
Internamos e subimos para o quarto! De tempos em tempos as enfermeiras vinham nos avaliar. Tudo certo! Pedro seguia firme e forte. Já tínhamos avisado a Cris e esperávamos a coisa toda engrenar.
Thiago olhou para mim e disse:

– Nega, precisamos estar cientes que o Pedro pode precisar da UTI neo. Pode acontecer, entende?
Não consegui responder! Chorei! E chorei sentido! Disse que não queria pensar nisso naquela hora. Ele me abraçou e me acalmei. Afinal independente do que acontecesse, antes o Pedro precisava nascer. E o processo dependia muito da minha cabeça.
Almocei sem muita vontade e tentei dormir como a Cris havia sugerido.
Deitei e as contrações começaram a ficar bem doloridas. Tentei passar por elas deitada! Não deu! Levantei e fiquei andando! Quando vinha a contração eu agachava no pé da cama .

Logo ficou claro pra mim que eu precisava vocalizar! Não era grito, mais parecia um mantra bem alto.
Tive muita vontade de ir ao banheiro, a natureza é muito perfeita! Enema natural! Hehehe
As contrações já estavam de 6 em 6 minutos quando eu comecei a perder a noção do tempo.
O almoço que tinha entrado, voltou todo. No pico de uma contração a náusea tomou conta e não teve jeito. Houve mais uns dois episódios de vômito depois. Naquela hora foi a melhor coisa, me senti muito melhor depois.

Fui pro chuveiro, ao mesmo tempo que a água quente aliviava também parecia intensificar as contrações. Pedi pro Thiago me massagear na lombar. E aí a gente percebe que não adianta planejar as coisas. Eu pensava que ia querer ser tocada, massageada, beijada. Estava enganada, eu simplesmente não tolerava o toque durante as contrações. Confesso que fiquei com pena do marido porque ele me via com dor e não podia fazer nada por mim. Uma enfermeira sugeriu a bola e pra mim ficava quase impossível. Quando eu sentava a minha dor aumentava bastante!

Quando chegou às 18h, o Dr Claudio passou no quarto e sugeriu um toque pra vermos a evolução. Não aceitei, fiquei com receio de não ter dilatado nada e me frustrar. Também pela bolsa rota eu sabia que a chance de infecção aumentava com os toques. Ele respeitou a decisão e decidiu iniciar o antibiótico profilático por conta da falta da cultura para o Streptococcus.

A partir dali as lembranças ficam nebulosas. Acho que entrei totalmente na partolândia.
O marido mantinha contato com a Cris porque eu já não conseguia pensar, quem dera falar.
Ele me perguntava se eu queria que a Cris viesse e eu dizia que não. Na minha cabeça ainda era cedo, ficava esperando que alguma coisa mais fosse acontecer. Tolinha, eu já estava com contrações de 4 em 4 minutos.

Eu estava no chuveiro quando o Thiago perguntou se eu achava que a intensidade das contrações estavam aumentando. Ele conta essa parte rindo porque de olhos fechados eu dizia : Eu não sei de naaaaaaada!

Estava literalmente fora da casinha, na famosa partolândia.
Acho que foi aí que ele pediu pra Cris vir.
Lembro de ter saído do chuveiro e o Thiago me colocar sentada em uma poltrona. Pronto, ali conseguia tolerar as contrações. Não tinha mais posição que aliviasse a dor além daquela.

A porta abre, enxergo a Cris! Ela chega devagar, nos cumprimenta, segura na minha mão.
Ela me olha, acompanha mais uma contração. Chamo todos os santos. E ela me diz que agora é uma contração a menos.  Eu achava que ela ia sugerir posições, me tirar daquela poltrona. Mas ela somente observou. As contrações estavam diferentes. Acabava uma emendava na outra. E no finalzinho uma vontade de empurrar.

A Cris perguntou quantos centímetros tinha no último toque e o Thiago contou que o único toque tinha sido na admissão quando ainda não havia dilatação.Ela sugeriu: – Acho que vale a pena um toque agora, o que acham?

Eu já estava aceitando tudo! Hehehe
E assim a Cris foi em busca do plantonista. O plantão havia mudado e logo o Dr Diego apareceu no quarto. Pediu pra que eu deitasse na cama pra ele avaliar. Na minha cabeça fora de órbita pensei:
– Ah toda esse dor e vou estar com no máximo uns 4 -5 centímetros. E esse toque vai doerrrrr.
O Dr Diego fez o toque e disse:
– Gente tá aqui! Já tá nascendo!
De repente começou uma correria e o quarto se encheu de gente! Tinha berço aquecido, e o parto ia ser feito ali mesmo. Não sei quem avisou, mas o Dr Diego não sabia que meu parto era prematuro. A Dr Flávia, pediatra pediu para que fôssemos para o centro cirúrgico por segurança.
Quem disse que eu saía de cima da cama? Era uma contração atrás da outra e eu simplesmente travei lá.
O Thiago percebeu que o fim de uma se aproximava e estendeu a mão me intimando. Não sei como mas me colocaram na cadeira de rodas.

Fomos voando pro centro cirúrgico. Eu pensava enquanto descia a rampa que eu ia cair da cadeira. Mas acho que a Cris me segurou. Hehehe

Thiago foi se vestir e me posicionaram na cadeira de cócoras. Sentei e a Cris ficou atrás de mim me apoiando e segurando minhas mãos. Acho que quase quebrei os dedinhos dela. Desculpa Cris!!!
Thiago e o Dr Diego já estavam paramentados. Ele perguntou se o Thiago queria pegar o Pedro, na hora ele disse que sim!

Enxerguei o relógio e vi que era quase 22h. Dr Diego disse q eu podia empurrar. Lembrei de concentrar na força lá embaixo e não só gritar. No fim da força eu precisava gritar porque era força demais. Sentia a cabeça do Pedro descendo. A sensação é mesmo incrível.
Alguém disse que eu podia tocar a cabeça do bebê, eu queria muito  mas não conseguia!
Dr Diego amparou meu períneo e logo a cabeça saiu.
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Não senti o círculo de fogo que muitas mulheres falam. Quando olhei enxerguei o corpinho do Pedro saindo e ele deslizou para as mãos do Thiago. De repente ele estava no meu colo! Chorou e chorou bem forte! Que cheiro, que perfume! Cheio de vérnix, todo quentinho. Um toquinho de gente! Beijei meu pequeno e disse que o amava muito. Nisso o Thiago veio e sentou atrás de mim, ficamos namorando nosso pequeno príncipe. Foi rápido, logo o Thiago cortou o cordão e a pediatra levou para avaliar. Fiz um forcinha e a placenta saiu.

Dr Diego ficou surpreso, disse que era uma placenta rara que chamam de bilobulada. Nas ultrassonografias não aparecia nenhuma alteração.

Me ajudaram a levantar e deitei na maca para o Médico avaliar. Duas lacerações pequenas de primeiro grau . Uma no períneo e outra no pequeno lábio esquerdo. Foram 3 pontinhos.
Da maca eu olhava pro Thiago que estava com o Pedro. Eu parecia anestesiada, não conseguia pensar no que estava acontecendo.

Com o coração na mão, meu marido via nosso filho ficar gemente. É o que chamam de dispnéia transitória do recém nascido. Colocaram o Pedro no Hallo (tipo um capacete com oxigênio) porque a saturação dele estava caindo. Foi pingado PVPI, aplicada vitamina K injetável e eu não estava com ele. Quando o Dr Diego terminou a sutura a Cris me pôs na cadeira de rodas e me levou até o bercinho!
Ali pude ver os detalhes do meu bebezinho, tão pequeno, tão indefeso. Achei Pedro a cara do papai.

A Pediatra disse que precisava levar ele para UTI. Começava nossa aflição. Não havia vagas, ela ia estabilizar ele e ver o que faria. Talvez tivesse que transferí-lo pra outro hospital.
Fomos para o quarto, a Cris pediu um misto quente pra mim, o que foi ótimo porque a fome estava grande.  Conversamos um pouco, ainda estávamos todos ocitocinados do parto. A Cris se despediu e logo chegaram os avós, tios e primo do Pedro.

Essa parte foi difícil. Durante a gestação eu cuidei para não idealizar demais o parto. Como seria, onde seria. Sabia que queria o parto natural e essa ideia já me satisfazia o suficiente, independente da forma que fosse!

O mais importante pra mim era pegar meu bebê no colo assim que ele nascesse, colocá-lo para mamar, esperar o cordão parar de pulsar, estar com ele nos procedimentos que fossem necessários no pós-parto.
Eu fico grata por ter segurado ele, beijado, cheirado. Curtido aquele momento ímpar com meu marido.
Minha ficha foi cair dias depois que esses momentos não nos foram possíveis.

Fui amamentar Pedro somente no outro dia, eu acredito que mais de 12 h depois do nascimento.
Foram 3 dias de UTI neonatal que pareceram um mês. A pediatra precisava ter certeza que Pedro não tinha infecção. Então até os exames saírem ele foi medicado com antibiótico.

Ganhar alta e deixar seu filho no hospital é muito difícil. No dia em que ele teve alta da UTI e fomos para o quarto senti que Pedro nascia de novo. Todas as emoções do parto, dos dias na maternidade vieram à tona e foi impossível não se emocionar.

Faria tudo novamente, qualquer coisa pelo bem estar do meu filho. Eu que sempre gostei da vida planejada e previsível me vi despreparada e nua diante da situação que o destino nos colocou.
Não é que precisemos ser pessimistas, quem está para receber um bebê na família não pode ficar pensando no pior, longe disso.

Meu filho me ensinou que as nossas vidas não nos pertecem. Estamos nas mãos de Deus, e querer ter o controle de tudo é pura bobagem. Temos é que aceitar as provações e aguardar que se suceda o melhor.
Hoje Pedro completa 14 dias, na sua primeira consulta com o pediatra ele nos disse para que não nos assustássemos porque ele devia ter perdido muito peso. Ele nasceu com 2350kg e com 7 dias pesou 2400kg. Ultrapassou o peso do nascimento! Meu filho é um guerreiro, mama super bem e somos muito gratos pela dádiva de tê-lo saudável conosco.

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Toda a equipe do Ilha nos tratou  muito bem! Dr Diego foi muito querido, nos permitiu um momento inesquecível e o parto ocorreu com todo respeito possível! Dra Flávia que atendeu nosso bebê na noite do nascimento foi incrível, e fez o impossível para que ficássemos perto do nosso filho mesmo com a UTI lotada.  Às meninas da UTI neo! Obrigada pelo cuidado com nosso filho, por todo carinho! Por nos ajudarem com a amamentação! Sem vocês estaríamos perdidos!

Cris, mesmo eu quase te deixando de fora do parto (Hehehe) saiba que você foi essencial naquele momento! Me senti calma e acolhida! No próximo parto o marido já sabe que é pra te chamar assim que internarmos!! Kkkkkk

Ao meu amor : sem a sua confiança em mim e sem o seu apoio não teria conseguido. Saber que você estava comigo o tempo todo me deixou tranquila. Suas mãos foram as primeiras que o Pedro conheceu. Ele chegou em uma atmosfera repleta de amor e isso faz toda a diferença! Esses momentos ficarão na minha memória para sempre!

A todos que participaram desses dias intensos e nos acolheram seja com seu conhecimento, com uma oração, seja com uma palavra de carinho e conforto fica nossa eterna gratidão!

Jamile Galitski


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