A dor além do parto – Você precisa assistir!

28 de novembro de 2013

Novo documentário produzido por Letícia Campos Guedes, Amanda Rizério, Nathália Machado Couto e Raísa Cruz, como trabalho de conclusão de curso de Direito da PUC de Brasília.

Vale ressaltar que a prática de Violência Obstétrica consiste não apenas de atos de violência física e/ou moral, mas também do abuso de intervenções rotineiras, e não necessárias, como EPISIOTOMIAS de rotina, INDUÇÃO com OCITOCINA de rotina (e não em casos específicos), proibição da presença do ACOMPANHANTE, parto em posição SUPINA (ginecológica), pressão fúndica uterina (KRISTELLER), fórcipe sem indicação precisa, CESARIANA desnecessária, SEPARAÇÃO da mãe/bebê logo após o parto…

E o termo VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA também se aplica a anestesiologistas que agridem parturientes (empurrar na maca e debochar da necessidade de anestesia são um exemplos típicos), pediatras que adortam condutas ultrapassadas durante a recepção dos recém-nascidos, como ASPIRAÇÃO de vias aéreas de RN saudáveis, enfermeiros e obstetrizes que replicam práticas médicas obsoletas, staff hospitalar que não respeita privacidade e não garante dignidade à mulher em trabalho de parto.

O documentário é mais um chute no estômago da nossa sociedade intervencionista e cesarista.

(Texto escrito pela Dra Carla Andreucci Polido)

Vídeo do parto da Elisa e Alexandre – Nascimento André – Parto Domiciliar

12 de maio de 2013


Para saber mais sobre fotografia de parto e como ter um vídeo como esses, acesse:

http://caroldiasfotografia.com.br/?p=4762

A diferença entre os tipos de partos (com vídeos).

16 de fevereiro de 2013

 

Já abordei esse tema algumas vezes aqui no blog, mas vale a pena reforçar. Então, qual a diferença entre um parto humanizado, um parto tradicional e uma cesárea?

Qual a melhor opção? Segundo estudos e a Organização mundial da saúde, o parto natural é a melhor maneira de uma mulher dar a luz a um filho,  e é a maneira mais saudável para um bebê nascer.  

O parto humanizado é o parto que tem como foco o protagonismo da mulher, o respeito ao processo, o respeito as escolhas da família e o respeito ao bebê que está nascendo. O parto pode ser natural ou com intervenções (sempre necessárias) que incluem  a analgesia quando solicitada pela parturiente.  O parto pode ser realizado em ambiente hospitalar, um uma casa de parto ou em casa, sempre com profissionais capacitados para atender e lidar com emergências.

Parto vaginal, normal, tradicional resume que o bebê nasceu por via baixa, vaginalmente. É o parto que muitas mulheres tem como referência quando falamos em parir. É o parto que traumatiza, é o parto que serve de grande exemplo sobre o que é a violência obstétrica. É o procedimento comum no SUS e muitas maternidades particulares. Geralmente com várias intervenções, o sorinho logo na internação com ocitocina (hormônio que aumenta a força e duração das contrações) para acelerar o parto. A parturiente na maioria das vezes é proibida de ingerir alimentos e até mesmo água, recorrendo a beber água da torneira e chuveiros (já presenciei isso). Faz força dirigida sem sentir a vontade de empurrar, sempre em posição de litotomia (deitada) com as pernas em estribos. Recebe ”ajuda” de uma outra pessoa para fazer força, onde empurram sua barriga e seu bebê (manobra de kristeller), e o pique, o corte que ”ajuda” o bebê a nascer (episiotomia). O bebê vai imediatamente para o berço aquecido onde é esfregado com um pano, tem suas vias aéreas aspiradas de rotina, e passa por todos os procedimentos nos seus primeiros minutos de vida. A puérpera é suturada (episiorrafia) e fica com vários pontos internos e externos. A recuperação geralmente é dolorosa e lenta.

Cesárea - Não é considerada um parto e sim uma cirurgia. Procedimento cirúrgico criado para salvar a vida da mãe ou do bebê quando um ou ambos estão em risco. Atualmente é realizada de rotina, e é muito mais arriscada do que um parto natural pois aumenta o risco de infecções, prematuridade fetal, hemorragia, trombose, entre outros. Não deveria ser feita sem real indicação, porém o Brasil é o país com a maior porcentagem de cesáreas no mundo. A gestante entra na sala de cirurgia sem o seu acompanhante, é anestesiada, e quando a cirurgia finalmente começa o acompanhante tem a permissão para entrar. Após o nascimento do bebê, ele é levado direto para o berço aquecido, onde será limpo, aspirado e receberá os procedimentos de rotina. Geralmente a amamentação é tardia, assim como o contato com a mãe.

Agora com os tipos de partos e procedimentos explicados, qual você acha que é o mais natural? Em qual as mulheres estão mais confortáveis? Em qual os bebês são bem recebidos e respeitados? Qual experiência VOCÊ quer passar?

Até quando as mulheres irão aceitar, 
deitadas, e dominadas, 
trazer seus filhos ao mundo, 
sendo mutiladas, e desrespeitadas? 

Texto final retirado do site: http://www.partonobrasil.com.br/2013/02/multimidia-parto-no-brasil-dois-partos.html?spref=fb

O futuro de nascer – Se você está grávida, não pode deixar de assistir!

10 de janeiro de 2013

02/01/2013

Qual é a cultura de parto no Brasil hoje? Por que o país é o recordista mundial de cesáreas e qual a relação da formação dos profissionais de saúde com este recorde? Como o reconhecimento de parteiras pode contribuir para mudar isso? Qual tipo de parto é mais saudável para a mãe e para o bebê? O Sala de Notícias foi a campo para saber por que a cesárea é uma questão de saúde pública e qual será O Futuro do Nascer no Brasil.

Achei essa matéria FANTÁSTICA!!!!!!

[NOVO] Vídeo Parto Gabriela – Nascimento Isabela 21/07/2012

30 de julho de 2012


Obrigada Dr Fernando Pupin, Parabéns Gabriela e William.
Cris Doula.

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